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Autor Tópico: Debatendo o programa de 2006 "Uma Nova Canicultura"  (Lida 849 vezes)
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AnitaLG
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« em: Janeiro 12, 2009, 16:25:55 »

Está cá a parecer-me que vocês todos andam a brincar com coisas sérias... Nestas coisas de candidaturas para os Orgãos Sociais do CLUBE PORTUGUÊS DE CANICULTURA deveremos todos ser integros e sérios... Não me parece que seja este o local ideal para se apresentar “uma lista”…

Isto digo eu, na qualidade de participante neste fórum, mas ao mesmo tempo de sócio do CPC.



Meu querido David,

Como sabe gosto imenso de si, até quando divergimos de opinião...  cheekkiss

Ao contrário do que o David pensa, O CPC é algo muito sério... quer para mim, quer para o Azuljasmim.info, e também para os restantes foristas... como tal, penso que tem sido tratado por este espaço com o devido respeito, mesmo quando essa instituição toma posições que, como sócia, me desagradam.

Como o David sabe, a net é o futuro e não o passado... O Azuljasmim.info tornou-se no local de reunião de canicultores, expositores, sócios, etc, onde com todo o respeito (mais do que por vezes acontece nas Assembleias), se tem tratado, informado, debatido assuntos sérios que a todos os presentes interessam.

Dou-lhe um exemplo de que não é só para mim que a net é importante... aceda ao seguinte link: http://novacanicultura.no.sapo.pt/ e verá que a actual Direcção do próprio Clube Português de Canicultura usou, e provavelmente continuará a usar a net como instrumento de divulgação de listas e de programas.

Se ler com atenção o que está nesse site, verá que não somos nós que brincamos (com todo o respeito que os intervenientes me merecem), a diferença é que aqui debatemos as ideias, não nos limitamos a ler o que os outros escrevem.

Em relação ao site que indiquei, gostaria até de agarrar em alguns dos pontos lá referidos, no sentido de lançar um debate no Fórum.
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Anita Lopes Graça
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AnitaLG
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« Responder #1 em: Janeiro 12, 2009, 18:44:48 »

O Manifesto Eleitoral da actual Direcção do CPC, publicado no referido site... relativo à eleição de 2006


Citar
MENSAGEM AOS CANICULTORES PORTUGUESES (2006)

Portugal sempre esteve na vanguarda da Europa!
O destino do Clube Português de Canicultura é da responsabilidade de todos os seus associados.
Com a ajuda de todos iremos desenvolver uma nova canicultura para Portugal!

Chegámos a um novo acto eleitoral para um novo triénio. Com serenidade constatamos que os canicultores portugueses nos deram crédito pelo nosso trabalho dos últimos anos, reconhecendo-nos os méritos e desculpando-nos os erros. Foram anos intensos e frutíferos em que conjugamos esforços para que a paz reinasse no nosso Clube, para que ninguém se sentisse excluído.

Do programa ambicioso anteriormente apresentado alguns dos objectivos ficaram por cumprir, mas em contrapartida fizeram-se outros que nele não figuravam.

O mundo a nossa volta evolui a passos de gigante. Permanentes desafios nos passam pelo caminho, pelo que muito há ainda por fazer para continuarmos a merecer o respeito de todos os nossos congéneres europeus, que em muitas das nossas actividades nos olham já como exemplo a seguir.

Assim, a Direcção do Clube Português de Canicultura continuará no próximo mandato a ter um papel de mediador, de coordenador e de administrador deixando as suas Comissões a missão de planear e executar as diversas áreas da sua especialidade, num trabalho de equipa onde o diálogo e a cooperação serão as palavras de ordem.

Estamos abertos a novas ideias e a novas formas de fazer canicultura!
Para isso precisamos da ajuda de todos!

Carla Molinari
Março 2006




Fonte: http://novacanicultura.no.sapo.pt/
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Anita Lopes Graça
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Tovi
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« Responder #2 em: Janeiro 12, 2009, 22:50:14 »


O Azuljasmim.info tornou-se no local de reunião de canicultores, expositores, sócios, (...)


E ainda bem que assim é... Mas os assuntos do CPC só os discuto com os sócios do CPC e tanto quanto sei por aqui anda muita e boa gente que não o é. Ou estarei errado?...


E já agora: Eu também gosto muito da Anita.  cheekkiss
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da Horta Primeira
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« Responder #3 em: Janeiro 13, 2009, 00:54:01 »


O Azuljasmim.info tornou-se no local de reunião de canicultores, expositores, sócios, (...)


E ainda bem que assim é... Mas os assuntos do CPC só os discuto com os sócios do CPC e tanto quanto sei por aqui anda muita e boa gente que não o é. Ou estarei errado?...


E já agora: Eu também gosto muito da Anita.  cheekkiss



Desculpe Amigo David mas desta vez não concordo consigo! Então só os sócios têm direito a falar? s não sócios, mas canicultores,criadores,participantes ou mesmo que simples amantes da canicultura e de cães,não podem dar a sua opinião ou discutir o que para eles poderia ser melhor ou alguma razão que tenham ,têm que se calar porque não são sócios?O CPC é um Clube privado e particular?Penso que não!

Eu sou sócia,vou pagar este mês ,como faço sempre,a minha quota por isso posso falar?

Sabe, quanto gosto de qualquer coisa ou pessoa mais quero que corra tudo bem e se "porte bem" e por isso sou sempre a primeira a resmungar quando as coisas correm mal ou alguém se porta mal ,principalmente quando são pessoas de quem gosto ,mais vontade de lhes puxar as orelhas obrigá-los ,pronta a perdoar, se assumirem o seu erro,pois todos erramos e aprendemos com os nossos erros e crescemos se os enfrentarmos.

Agora calar-me? NUNCA mesmo que não fosse sócia ,se nunca me calei quanto ao que pensava na minha vida e dos governos ,dos meus principios da minha religião ,calava-me por não ser sócia?

Também gosto de si por isso tive que escrever o que penso
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Isabel Taborda Oliveira
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« Responder #4 em: Janeiro 13, 2009, 01:46:43 »


E ainda bem que assim é... Mas os assuntos do CPC só os discuto com os sócios do CPC e tanto quanto sei por aqui anda muita e boa gente que não o é. Ou estarei errado?...


E já agora: Eu também gosto muito da Anita.  cheekkiss

David,
 
Vamos falar de futebol? É que em termos de associativismo por certo que concordará comigo, que é um excelente exemplo Wink

Desde quando é que os assuntos dos Clubes de Futebol são discutidos pelos sócios em Assembleia? Então e os simpatizantes, os futuros possíveis sócios não têm o direito, e até o dever, de dar a sua opinião?

Fala-se no quanto está errado o elitismo do CPC. Será que abrir as portas à discussão aberta, dentro do respeito, não será uma forma de atrair possíveis novos sócios e mais participações activas na nossa canicultura?

Quem não deve, não teme... Como tal, não acho correcto não falar abertamente de algo que todos amamos... a nossa canicultura!

O David diz, e bem, que nem todos os foristas são sócios. É verdade.

Mas não serão POTENCIAIS futuros sócios? Não teremos nós, OS SÓCIOS o dever de atrair os que ainda estão indecisos para o nosso "meio"? Sinceramente, eu sinto que como sócia essa é uma das minhas responsabilidades  Roll Eyes
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Anita Lopes Graça
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Fernandopera-Isabel Oliveira
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« Responder #5 em: Janeiro 13, 2009, 10:09:14 »

Bom dia,

Eu não sou sócio do CPC  mas visto o numero de dificuldades para o ser, paramos mesmo antes de iniciar.     

Mas se tivéssemos mais facilidades de certeza que não faltava sócios, ou a não ser que(o CPC ) é só para alguns. É a minha maneira de ver esse club e penso que a muito mais gente a pensar assim, na minha maneira de ver é por isso que não vamos a lado nenhum.

É preciso novas ideias e novas gentes e outras ideias para avançarmos, levar a canicultura portuguesa mais longe. Mas há pessoas validas nesta direcção, ser sócio só para pagar cotas mais vale estar quieto.

Estou de acordo no que a Anita respondeu na intervenção anterior e mais não digo

Fernando Pera       
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Fernando Pêra
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« Responder #6 em: Janeiro 13, 2009, 11:23:30 »



Em 2001  foi conferido ao C.P.C. o Estatuto de Pessoa Colectiva de Utilidade Pública, pelo então Primeiro Ministro, Sr. Eng.º António Guterres.


Cumprimentos
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Mercedes Geraldes
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« Responder #7 em: Janeiro 13, 2009, 17:07:02 »

Aproveitando a informação que a Mercedes colocou, deixo aqui a seguinte informação adicional...


PESSOAS COLECTIVAS DE UTILIDADE PÚBLICA


Noção

Nos termos da lei, consideram-se pessoas colectivas de utilidade pública as associações ou fundações que prossigam fins de interesse geral ou da comunidade nacional ou de qualquer região ou circunscrição, cooperando com a Administração Central ou a Administração Local, em termos de merecerem da parte desta administração a declaração de «utilidade pública».

As cooperativas que não prossigam fins económicos lucrativos, nomeadamente, as cooperativas culturais podem ser declaradas pessoas colectivas de utilidade pública, nos termos da respectiva regulamentação.


Condições de atribuição do estatuto de utilidade pública

Condições de atribuição do estatuto de utilidade pública
Estas entidades só podem ser declaradas de utilidade pública se, cumulativamente, se verificarem os seguintes requisitos:

• não limitarem o seu quadro de associados a estrangeiros, ou através de qualquer das formas de discriminação vedadas pelo artigo 13º, nº 2 da Constituição (nos termos do qual todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei, e ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual);

• terem consciência da sua utilidade pública, fomentarem-na e desenvolverem-na, cooperando com a Administração na realização dos seus fins.

Estas entidades só podem ser declaradas de utilidade pública ao fim de cinco anos de efectivo e relevante funcionamento, salvo se especialmente dispensadas desse prazo em razão de circunstâncias excepcionais.


Isenções fiscais

Podern ser concedidas às pessoas colectivas de utilidade pública, designadamente, as seguintes isenções:

Imposto do selo - As pessoas colectivas de mera utilidade pública estão isentas de imposto do selo, quando este constitua seu encargo;
Imposto Municipal sobre Imóveis - Estão isentas de IMI as pessoas colectivas de mera utilidade pública, em relação aos prédios ou parte de prédios destinados directamente à realização dos seus fins. A isenção é reconhecida pelo Director-Geral dos Impostos, a requerimento devidamente documentado, que deve ser apresentado pelos sujeitos passivos no serviço de finanças da área da situação do prédio, no prazo de 90 dias contados da verificação do facto determinante da isenção;
Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis - Estão isentas de IMT as pessoas colectivas de mera utilidade pública, quanto aos bens destinados, directa e imediatamente, à realização dos seus fins estatutários. As isenções são reconhecidas a requerimento dos interessados, a apresentar antes do acto ou contrato que originou a transmissão junto dos serviços competentes para a decisão, mas sempre antes da liquidação que seria de efectuar. O pedido deve, quando for caso disso, conter a identificação e descrição dos bens, bem como o fim a que se destinam, e ser acompanhado dos documentos para demonstrar os pressupostos da isenção, designadamente, de documento comprovativo da qualidade do adquirente e de certidão ou cópia autenticada da deliberação sobre a aquisição onerosa dos bens, da qual conste expressa e concretamente o destino deste;
Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas - O Código do IRC vem estabelecer isenção do imposto relativamente, entre outras, às pessoas colectivas de mera utilidade pública que prossigam predominantemente fins científicos ou culturais. A isenção não assume carácter automático, antes dependendo do reconhecimento expresso e prévio da Administração, a requerer pelas entidades interessadas, que deverão enumerar o fim a que se propõe prosseguir e especificar os tipos de rendimentos que pretendem que sejam isentos. A amplitude da isenção e a sua compatibilização com os fins prosseguidos pelas entidades requerentes é definida por despacho do Ministro das Finanças a publicar no Diário da República. Esta isenção fica condicionada à observância continuada dos requisitos previstos na lei;
Imposto sobre Veículos, Imposto de Circulação, e Imposto Automóvel, nos casos em que os veículos a adquirir a titulo oneroso sejam classificados como veículos ligeiros de mercadorias derivados de ligeiros de passageiros, todo-o-terreno, e furgões ligeiros de passageiros, nos termos da legislação em vigor Estas isenções serão concedidas mediante despacho do Ministro das Finanças;
Custas judiciais.

As isenções previstas no Código do IVA são estabelecidas em função do tipo de actividade desenvolvida, sendo, ainda, relevante o tipo de entidade que realiza a operação. Significa isto que as pessoas colectivas de utilidade pública não estão isentas de IVA pelo simples facto de o serem; antes, apenas algumas actividades destas instituições se encontram no âmbito de isenção deste diploma.


Regalias

As pessoas colectivas de utilidade pública beneficiam ainda das seguintes regalias:

• isenção de taxas de televisão e rádio e das taxas previstas na legislação sobre espectáculos e divertimentos públicos;
• publicação gratuita no Diário da República das alterações dos seus estatutos; o tarifas reduzidas no consumo de energia eléctrica e de água;
• tarifa de grupo ou semelhante, quando exista, no modo de transporte público estatizado;
• possibilidade de requerer as expropriações por utilidade pública, mesmo urgente, necessárias para prossecução dos seus fins estatutários.
As pessoas colectivas de utilidade pública podem requisitar para o exercício de funções de administração ou direcção, a tempo inteiro e remuneradas, os funcionários públicos e agentes do Estado, e os demais trabalhadores dos serviços públicos personalizados ou de empresas públicas que forem eleitos para aqueles cargos. A requisição depende do despacho favorável do ministro responsável pela área onde se insere a pessoa colectiva de utilidade pública.


Procedimento

A declaração de utilidade pública é da competência do Governo, sendo objecto de despacho publicado no Diário da República (II Série).
A entidade requerente deverá apresentar um requerimento dirigido a Sua Excelência o Primeiro-Ministro, efectuado em impresso próprio, com as assinaturas notarialmente reconhecidas na qualidade e com poderes para o acto, acompanhado da seguinte documentação:

parecer fundamentado da Câmara Municipal da sede, aprovado em sessão camarária. A emissão deste parecer deve ser solicitada através de requerimento dirigido ao Presidente da Câmara, acompanhado de fotocópia dos estatutos da pessoa colectiva, fotocópia do cartão de pessoa colectiva, historial da organização, documentação comprovativa da real e efectiva cooperação com órgãos da administração local ou central, na prossecução dos objectivos estatutários (v.g. declarações de entidades públicas com quem tenha colaborado);
fotocópia da escritura da constituição (ou do acto de instituição e respectivo reconhecimento, no caso das fundações) e de posteriores alterações estatutárias;
texto dos estatutos devidamente actualizado (e de regulamentos internos se os houver o fotocópia do cartão de identificação de pessoa colectiva actualizado;
indicação do número de associados;
historial pormenorizado das actividades desenvolvidas, com especial incidência nos últimos cinco anos e indicação de eventuais projectos que se proponha realizar;
relação das entidades públicas e privadas com quem colabore ou de quem receba apoios, especificando em que se traduz essa colaboração ou esse apoio;
declarações comprovativas da regularização da situação contributiva perante a Segurança Social e do cumprimento das obrigações fiscais;
• relatórios e Contas dos últimos cinco anos
, acompanhados dos respectivos pareceres do Conselho Fiscal e cópias das actas de aprovação em assembleia geral (ou prova de outra forma de aprovação, no caso de fundações); - planos de Actividade e Orçamentos;
fotocópia da publicação no Diário da República do extracto dos estatutos e suas alterações ou indicação da respectiva data.


Registo

As pessoas colectivas de utilidade pública são equiparadas, para efeitos de registo, às sociedades comerciais. Ficam, pois, sujeitos a registo os seguintes factos:
• os actos de constituição ou instituição das pessoas colectivas declaradas de utilidade pública, bem como os respectivos estatutos e alterações;
• a eleição, designação, recondução ou exoneração dos respectivos administradores e outros representantes legais;
• o mandato escrito conferido pelas pessoas colectivas de utilidade pública aos respectivos agentes e mandatários, a sua modificação, renovação, revogação ou renúncia;
• a extinção das pessoas colectivas de utilidade pública ou a declaração de nulidade do respectivo acto de constituição ou instituição.

O registo deve ser efectuado na Conservatória do Registo Comercial da área da respectiva sede.


Deveres

São deveres das pessoas colectivas de utilidade pública, entre outros:

• enviar anualmente à Presidência do Conselho de Ministros o Relatório e Contas de cada exercício;
• prestar as informações solicitadas por quaisquer organismos oficiais ou pelas entidades que nelas superintendam;
• colaborar com o Estado e autarquias locais na prestação de serviços ao seu alcance e na cedência das suas instalações para a realização de actividades afins.
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Anita Lopes Graça
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« Responder #8 em: Janeiro 13, 2009, 21:53:23 »

Comentando os anteriores comentários de «da Horta Primeira» e «AnitaLopesGraça»…

Minhas queridas Amigas… Penso que não me fiz entender… O que eu disse, e repito, é que assuntos como o da hipotética formação de uma lista para o Conselho Disciplinar do CPC só devem ser discutidos por quem tem o direito a formar uma lista para este Órgão Social e que eventuais votações para a sua formação por quem nem sequer é sócio desta instituição, não me parece correcto.
E não me venham com os argumentos de que “as coisas têm que ser discutidas publicamente”… Pois sim, a afirmação anterior é uma verdade, mas não passarão de “foguetes deitados ao ar” as afirmações e/ou comentários de quem não tem o direito a um único voto no CPC.

Eu sei que sou conhecido por ser um “resmungão”, mas com esta idade já não é fácil mudar…
E não me venham com “lições” de modernidade… Nos meus cinquenta e oito anos de idade considero-me muito mais "moderno" que muita gente.

Só mais uma coisinha: A aproximação de um acto eleitoral no nosso CPC faz-me pensar se nos deveremos já pronunciar antes mesmo de sabermos quem são as pessoas que se querem candidatar aos lugares a plebiscito… Eu cá por mim não pretendo nada senão colaborar com quem me merece respeito e consideração neste nosso Clube. E para bons entendedores meia palavra basta.
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AnitaLG
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« Responder #9 em: Janeiro 17, 2009, 23:47:16 »

Já que o Pêra perguntou se havia algum folheto, aqui fica uma das propostas desta Direcção nas eleições de 2006 Wink (retirado do site que coloquei no inicio deste topico)


PROGRAMA DA DIRECÇÃO PARA O TRIÉNIO 2006/2008


CPC JOVEM
Remodelar o organigrama de funcionamento deste projecto que se encontra parado de forma a criar uma estrutura própria dedicada aos canicultores jovens com um programa de eventos e de incentivos à sua formação técnica assim como organizar programas de carácter lúdico.


Será que vai aparecer de novo no folheto de 2009/2012?  dry
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Anita Lopes Graça
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« Responder #10 em: Janeiro 18, 2009, 01:10:17 »


Caros Foristas e Administração do Azul e Jasmim,

Eu estou de acordo com o David quando diz que os assuntos são para serem debatidos em sede própria. Tenho o máximo respeito e consideração por todos os foristas, mas a grande maioria não são sócios do CPC. Logo os assuntos do nosso Clube terão que ser debatidos internamente e não na praça pública. Como se avizinha um acto eleitoral entendo que o BOM SENSO tem que imperar. A Anita tem concerteza conhecimento do que se está a passar com emails verdadeiramente vergonhosos que estão a ser enviados por anónimos. Manobras  repugnantes dos que querem a qualquer preço tomar de assalto o CPC. Não é assim que se emenda o que está menos bem.  Ou agora de repente porque vão haver eleições todos descobriram a verdade? A Canicultura como qualquer outro hobby tem que ser vivida e encarada a sério, há cães em jogo, não somos mercenários As democracias são para ser vividas e respeitadas.

Por uma Canicultura mais saudável.


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Mercedes Geraldes
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« Responder #11 em: Janeiro 18, 2009, 11:41:54 »


(...) do que se está a passar com emails verdadeiramente vergonhosos que estão a ser enviados por anónimos. Manobras  repugnantes dos que querem a qualquer preço tomar de assalto o CPC.


Todos temos o direito a expressar a nossa opinião, mas o estatuto de anónimo é sempre de desconfiar. E estes anónimos são de baixo nível, por serem ofensivos e mal educados. A liberdade de expressão tem limites e não nos podemos esquecer que está protegido constitucionalmente o direito ao bom nome, reputação e à privacidade de todos os cidadãos.
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« Responder #12 em: Janeiro 18, 2009, 15:44:41 »

Não consigo concordar com algumas das posições expressas pela Amélia, pela Mercedes e pelo David  Sad

Talvez vos pareça um paradoxo... mas alguns dos temas e até entrevistas que têm estado a ser abordados no Fórum ultimamente, não estão directamente ligados ao facto de ir haver eleições. São trabalhos que já estavam agendados, mas que por um motivo ou por outro ainda não tinham sido publicados.

Tal como outros que temos em carteira...

Quanto à colocação no Fórum do programa da lista A relativo às eleições de 2006/2008, só tive conhecimento no dia anterior à sua colocação. Caso tivesse sabido antes, teria publicado antes, nada teve a ver com o momento.

Quanto a falar-se dos assuntos em Assembleia, se bem me recordo não é fácil de ter a palavra. Mas, se a memória não me falha... as intervenções que testemunhei pouco ou nada alteraram fosse o que fosse.

Devido à experiência de vida, mantenho que muitos assuntos devem ser debatidos publicamente... até porque é o único modo de elucidar as pessoas que não são sócias, mas que pretendem ser, ou as que são sócias mas que andam completamente baralhadas.

Na minha opinião, a Carla Molinari é um ícone da nossa canicultura. Uma mulher com garra, força, conhecida a nível nacional e internacional, é sem dúvida uma mais valia para todos (apesar das suas imperfeições)... mas que não pode nem deve, estar rodeada de pessoas que não são isentas de suspeição em relação a este ou àquele assunto.

Dou-vos um exemplo recente... Não sei se é verdade ou não, mas diz-se por aí que o juiz Rui Oliveira irá ocupar um cargo numa futura lista. Agora digam-me com toda a sinceridade... Como é que é possível que isso aconteça, se o caso do "Braco Italiano de Sousel" está na memória recente de todos, devido a um sentimento de impunidade e revolta em relação a esta situação.

Relativamente a este assunto, irei repetir a opinião que já dei anteriormente... Gosto do Rui, sempre foi cortês, simpático, prestável, etc... acredito que o tenha feito sem maldade, acredito mesmo. Mas, após o facto ser conhecido, porque é que não apareceu um pedido de desculpas pelo erro involuntário, optando-se pelo bom senso, tipo... não se castigar o juiz (porque todos erramos, e não existem antecedentes), MAS que se retirasse a pontuação ao cachorro. Tenho a certeza absoluta que se tal tivesse acontecido, há muito que este assunto teria morrido.

Agora não me lixem, e não me venham dizer que para se corrigir uma situação que está aos olhos de todos, é necessário fazer queixa. O Regulamento é claro, não há volta a dar... por favor não nos "comam" por parvos.

Se repararem nas intervenções que tenho, e forem justos, verão que não sou a favor nem contra ninguém especificamente... MAS, sou contra a 100% de tudo o que sejam situações pouco claras, sou contra a falta de humildade, sou contra o jogo de cintura, sou contra formas de pressão para com os colaboradores do AJ, sou contra chicos espertos, e sou contra a incompetência!
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Anita Lopes Graça
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« Responder #13 em: Janeiro 18, 2009, 16:13:57 »


(...) sou contra a falta de humildade, sou contra o jogo de cintura, sou contra formas de pressão para com os colaboradores do AJ, sou contra chicos espertos, e sou contra a incompetência!


Eu também não sou um grande apologista destas formas de defender e/ou atacar ideias… E até sou capaz de admitir que o AzulJasmim.info pode ser um dos locais ideias para se discutirem temas importantes para a Canicultura Nacional, mas o que me parece é que tudo tem um timing e este é capaz de não ser o ideal. Não quero com esta minha tomada de posição dizer que estou a favor de A contra B, sejam lá quem forem os As e os Bs… Espero com calma e atenção o aparecimento de listas candidatas à Direcção do CPC e prometo-vos que serei voz activa e participativa na discussão de projectos para o engrandecimento do nosso Clube. Venham lá as hipotéticas alternativas… Mas apareçam com “nomes e caras”, não escondidos atrás do anonimato, para que saibamos com quem podemos (ou não) contar.
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mguedes
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« Responder #14 em: Janeiro 18, 2009, 17:27:34 »



Anita,

Já agora podemos saber quem são os colaboradores do Azul e Jasmim e quais as formas de pressão a que estão a ser sujeitos?

Seria mais transparente, não vá serem daqueles anónimos que nos enchem a caixa do correio.

Mas sabe que essa de mandarem calar e até insultarem as pessoas já tem barbas, só que a memória das pessoas é que é curta.

Eu já falei e bem alto nas A.G. do CPC e ninguém me mandou calar, e olhe que deu resultado.


Por uma Canicultura mais saudável e transparente.

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Mercedes Geraldes
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lupitinha
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« Responder #15 em: Janeiro 18, 2009, 19:11:06 »

Citar

Agora não me lixem, e não me venham dizer que para se corrigir uma situação que está aos olhos de todos, é necessário fazer queixa. O Regulamento é claro, não há volta a dar... por favor não nos "comam" por parvos



Anita
Esta é a última vez que vou intervir no site "Azuljasmim" por se ter afastado dos objectivos iniciais (opinião que não é só minha), respeitosamente afasto-me, peço-lhe que me retire a condição de moderadora do "Cão da Terra Nova" que nunca exerci, desejo-lhe a si e a todos os foristas a melhor sorte na continuidade, mas tenho que soltar a voz e a alma.

1- Quando intervenho não espero a sua concordãncia nem a de ninguém, mas na minha última intervenção não exprimi opinião, mas sim disse, repito, reafirmo que alguns dados sobre admissão de sócios noutros países não são equiparáveis a Portugal. E os dados que a Anita introduziu na sua intervenção são enganadores por omissão.

2- Indo à sua intervenção acima citada, peço-lhe que leia o artigo 77º do Regulamento de Eventos de Morfologia Canina e verá, curiosamente com a ajuda de algumas organizações simpáticas (eu própria lhe facilitei a vida em Aveiro), a Anita violou esse supracitado artigo, durante o ano inteiro. Não me diga, pois eu sou "uma representante de Comissão Organizadora", e aquela que tentou que você estivesse presente onde não a quiseram de acordo com as suas imposições (Braga), que não conhece o artigo 77º.

                                      ARTIGO 77º
Durante o julgamento apenas poderão permanecer no ringue os Juízes, os Comissários e os apresentadores dos exemplares em julgamento e o Delegado do C.P.C. ou outras pessoas que este autorizar.


http://www.cpc.pt/cpc/regulamentos/exposicoes.pdf


 Não pode haver artigo mais claro, não é, Anita? E todos somos seus cúmplices. Todos temos telhados de vidro e o seu quixotismo dos últimos meses é no minimo incomodativo.

3 - Não me lembro de nos últimos 5, 6 anos, pelo menos?!, atrevo-me a dizer que NUNCA a vi em nenhuma Assembleia Geral do CPC. Será que são 2 CPC distintos? Anita estou cansada, envelhecida, até doente, mas não "gagá". Aceite um conselho desinteressado... volte ao princípio.

4 - Quando falamos de Instituições e das pessoas que as dirigem, devemos nomeá-las como deve ser, peço-lhe por isso mesmo que quando se refira à Carla do CPC, a refira como Carla Molinari,  e não como outra qualquer Carla, como algumas foristas do Azul Jasmim ou outras pessoas da Canicultura com o mesmo nome e sem ofensa para elas.

5- Curiosamente eu que tenho trabalhado pela canicultura e frequento dentro do possivel a Delegação Norte com imenso prazer, onde há um excelente ambiente de trabalho ainda não ouvi falar de possiveis listas candidatas à Direcção ou qualquer outro Órgão Social. Era uma  excelente contribuição sua se informasse os foristas públicamente quanto á proveniência dessa "Informação/certeza".

Estou zangada, tão zangada, como a Anita fica e manifesta ao longo das suas intervenções, porque não sendo eu uma apoiante explicita de NINGUÉM, repito NINGUÉM que não apresente um programa eleitoral que na minha opinião sirva uma canicultura aberta a todos e transparente, estou a fazer aqui o papel de "ADVOGADO DO DIABO".

À Anita, e a todos os foristas, devo despedir-me novamente desejando o melhor sucesso para o Azul Jasmim e com algo que gostava que retivessem sobre mim:
NÃO PASSO NEM NUNCA PASSEI NEM PASSAREI CHEQUES EM BRANCO SEJA A QUEM FOR. Prefiro morrer à fome. Tal deve-se a uma educação familiar estruturada. Sorte a minha.

Um abraço
Mª Amélia Taborda   


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Tovi
Visitante
« Responder #16 em: Janeiro 18, 2009, 19:38:36 »


(...)
NÃO PASSO NEM NUNCA PASSEI NEM PASSAREI CHEQUES EM BRANCO SEJA A QUEM FOR. Prefiro morrer à fome. Tal deve-se a uma educação familiar estruturada. Sorte a minha.

Um abraço
Mª Amélia Taborda



Grande Mulher!...
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Tovi
Visitante
« Responder #17 em: Janeiro 18, 2009, 20:53:43 »

Ora vamos lá a contas… Este tópico foi aberto pela Anita no dia 12 de Janeiro e até este momento, já lá vai quase uma semana, só eu e mais quatro participantes neste fórum (Isabel Taborda, Fernando Pera, Mercedes Geraldes e Maria Amélia) é que por aqui escreveram qualquer coisa. Convenhamos que não podemos falar de um “amplo debate” sobre o que a Direcção do CPC fez ou não no triénio 2006/2008 e penso que até seria interessante saber porque é que não há mais participantes. Aqui fica o repto... para quem quiser fazer o favor de se pronunciar.

Correndo o risco de isto se tornar num diálogo entre mim e a Anita, gostaria no entanto de perguntar à Administradora do AzulJasmim.info quais as "imperfeições" que encontra na Presidente do CPC.
E já agora, e na continuação da análise que estou fazer ao texto abaixo transcrito, gostaria de saber porque é que me considera "pessoa não isenta de suspeitas". Lembro-lhe que eu também trabalho para a Direcção do CPC e por isso sinto-me ofendido quando diz que a Carla Molinari está rodeada de pessoas que não são isentas.



(...) a Carla é um ícone da nossa canicultura. Uma mulher com garra, força, conhecida a nível nacional e internacional, é sem dúvida uma mais valia para todos (apesar das suas imperfeições)... mas que não pode nem deve, estar rodeada de pessoas que não são isentas de suspeição em relação a este ou àquele assunto.

(Os sublinhados são meus)
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mguedes
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« Responder #18 em: Janeiro 18, 2009, 21:19:55 »



Anita,

AGORA NÃO ME LIXEM não é a linguagem mais própria para se inserir num forum.

Quando se questiona tanto o comportamento e educação dos miudos nas escolas e liceus, acha justo que eles um dia invoquem a Anita do Azul e Jasmim como tendo escrito essa frase?

É que não se pode esquecer que há muitos jovens foristas que por aqui navegam.

Por uma canicultura mais saudável e transparente.

Cumprimentos

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Mercedes Geraldes
Cão de Água Português / Afixo Monte do Catula
Rick
Visitante
« Responder #19 em: Janeiro 19, 2009, 17:55:52 »

Boa tarde

Creio que é a primeira vez na minha vida que, factores de cariz intelectual e também…..fisiológicos, me impelem a fazer algumas considerações sobre estes recentes comentários.

Como expositor, pagador de inscrições e todas as alcavalas regulamentares, cumpridor e defensor desses mesmos regulamentos, crente na isenção e justiça dos julgamentos dos meus cães, mas não sócio do CPC…..não tenho o DIREITO e o DEVER,  de discutir sobre, de opinar sobre ou criticar construtivamente a actuação da entidade (ainda por cima com estatuto de UTILIDADE PUBLICA) responsável por tudo isto? Claro que SIM!!! E bem haja quem criou este fórum, pois com as suas regras próprias permite essa discussão de forma saudável e dá voz a quem quer o bem da Canicultura e das entidades que servem essa mesma Canicultura.

Nunca vi aqui escrito, ou transcrito, nada que se assemelhe a propagandismo politico ou defesa de esta ou qualquer facção dentro ou fora do Clube Português de Canicultura (ficaria melhor Clube Português DA Canicultura…mas temos de aceitar o que está..).
Nunca vi aqui, admitir-se sequer qualquer acusação sem provas ou mesmo qualquer consideração em termos menos próprios sobre este ou aquele, ou esta ou aquela pessoa, situação ou falha de cumprimento regulamentar.
Vi sim sempre, uma louvável isenção, uma extremada moderação, uma exemplar dedicação ao Cão, a quem defende o Cão, por uma Canicultura Portuguesa de eleição.

De repente, pelo aproximar de um acto eleitoral, leia-se “formalização do inevitável” ou “legalização do combinado”, começa a “coisa” a ferver….

Em todos os sectores da sociedade e do movimento associativo, existem vários tipos de pessoas:

Existem aqueles que, pelo devido pagamento, defendem qualquer bandeira ou ideologia, mesmo que condenável, existem aqueles que até sabem que tudo está mal, mas como já “alinharam” algumas vezes não podem acusar ninguém, existem claro, aqueles que são “profissionais” do poder pois este alimenta-lhes a necessidade de protagonismo e, em certos casos, o seu nível de vida, existem aqueles que, até nem têm grandes proveitos, mas pelo menos vão ganhando algo sem fazer ondas……e existem (felizmente) aqueles, que não aceitam a incompetência, se insurgem contra a injustiça e defendem com unhas e dentes a honestidade e a legalidade.

Creio, que com esta ultima categoria se identificam a maioria de quem lê estas linhas….pois se fosse para alguém que se identificasse com as anteriores, de certeza que não estava a gastar o meu tempo a escrever estas linhas.

Deixemos pois quem sempre mostrou paixão e amor pela canicultura fazer o seu trabalho louvável…..e ameaças??.....deixem-se disso…..

Um abraço a todos
 arms
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