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Autor Tópico: Cães... vc sabia que ..?  (Lida 7626 vezes)
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Ari Paim
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« Responder #140 em: Dezembro 18, 2008, 22:17:36 »


O DNA do lobo e do cão diferem em apenas um por cento. Apesar dessa diferença mínima, o tratamento do ser humano com esses dois seres vivos é muito distinto. Enquanto a população de cães acompanha de certo modo o aumento da população humana, os lobos estão ameaçados de extinção pelo abate ilegal e diminuição do habitat.

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Ari Paim
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« Responder #141 em: Dezembro 21, 2008, 00:16:57 »



Os fogos na passagens do ano são responsáveis por acidentes dos mais variados tipos, principalmente com cães.

É grande o número de fugas e o consequente desaparecimento do animal, atropelamentos, ataques (investidas contra os próprios donos e outras pessoas), brigas (inclusive com outros animais com os quais convivem), mutilações em grades e portões, enrolam-se nas próprias coleiras, afogamentos em piscinas, quedas de andares e alturas superiores, aprisionamentos involuntários em porões e outros lugares de difícil acesso, alem de enforcamentos, de paradas cardiorespiratórias, etc.

O pânico desorienta o animal e pode deixá-lo agressivo, o que em se tratando de cães de grande porte, passa a ser também perigoso.

Procure evitar surpresas idensejadas garantindo condições mínimas de segurança, poupando ambientes conturbados e barulhentos desde antes do espocar dos fogos. Passe ao seu animal tranquilidade e a sensação de que tudo está bem e sob controle.

Reações de medo, susto e espanto demonstradas pelo(s) dono(s) e/ou outras pessoas, o deixarão inseguro, o que poderá ser revertido em agressividade, fuga, e/ou farão com que procure tomar o controle da situação.

Música calma antes dos fogos, carinhos, e principalmente não esquecer de colocar uma medalhinha com telefone ( é tão barata ) e quando achamos um cachorro com uma medalhinha é uma alegria ligar para o dono…

Outra consequência do que se está alertando aqui, além da serias mutilações, ferimentos, mortes e desaparecimentos, é o aumento de animais perdidos nas ruas, vindo a somar com os que já são animais de rua, o que fará aumentar um outro problema, e, claro, a dor da perda do seu mascote.

Tudo isso pode ser evitado com prudência, atenção e um pouco de boa vontade.

Alguns veterinários aconselham o uso de tampões de algodão nos ouvidos que podem ser colocados minutos antes e retirados logo após os fogos, como também a administração de calmantes naturais, com resultado bastante eficiente para os animais que historicamente apresentam o stresse.

Todos os anos, nos  primeiros dias de Janeiro, facilmente são identificados vagando pelas ruas animais desorientados e perdidos. Boa parte deles (é fácil identificar na aparência) se perderam desperados com os fogos da passagem do ano, por isso o alerta da medalhinha…


in animal/blog
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« Responder #142 em: Janeiro 08, 2009, 05:54:37 »


Europa proíbe importação e exportação de peles de cães e gatos.

A União Européia proibiu, em 1º de janeiro deste ano, fabricação, importação, exportação e venda de artigos realizados com peles de gatos e cachorros em todo seu território, segundo informou hoje a Comissão Européia (CE).


Em nota oficial, a comissária de Saúde, Androulla Vassiliou, expressou sua satisfação pela entrada em vigor da medida, proposta por Bruxelas em novembro de 2006.

A proibição, aprovada pelo Parlamento Europeu e pelos Estados-membros em 2007, entrou em vigor o em 1º de janeiro após se encerrar o período de transição estabelecido para que todos os países a adoptassem em seus territórios.

“Os consumidores europeus podem estar seguros de que já não correm o risco de comprar, sem estarem conscientes disso, produtos que contenham peles de cachorros e gatos”, assinalou hoje Vassiliou.

A proibição estende-se aos 27 países-membros as restrições que já estavam em vigor em diversos deles, com o objectivo de acabar com a venda na Europa de roupas, acessórios e, inclusive, brinquedos fabricados com peles desses animais e que procedem principalmente da China.

A aparição no passado de peles de cachorros e gatos em diversos artigos à venda na UE provocou a chegada de dezenas de milhares de reclamações à Comissão e ao Parlamento Europeu que pediam uma proibição, segundo lembrou hoje a CE.

A nova regra obriga as autoridades nacionais a iniciar métodos eficazes de controle capazes de diferenciar as peles de gatos e cachorros das de outros animais.

Além disso, exige aos importadores e comerciantes que garantam que os artigos comercializados não contêm peles de gato ou cachorro e estabelece que aqueles que não acatem a proibição e sejam descobertos tenham seus produtos confiscados nas alfândegas e sofram as punições previstas para este tipo de fraude nas legislações nacionais.

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Ari Paim
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« Responder #143 em: Janeiro 08, 2009, 11:55:28 »


Ainda bem que tal medida foi tomada ,mas é triste que se tenha que tomar medidas por uma coisa destas.Se ninguém comprasse casacos , golas e artigos de pele já nada disto acontecia.O pior é como idetificar !!!!
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Isabel Taborda Oliveira
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« Responder #144 em: Janeiro 17, 2009, 06:21:04 »




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« Responder #145 em: Janeiro 21, 2009, 19:44:15 »



Como ajudar as crianças a suportar a morte de seu animal de estimação


O papel do médico veterinário tem se expandido em reconhecimento ao forte laço emocional entre as pessoas e seus animais de estimação. É importante que o médico veterinário seja mais que um bom clínico, um bom cirurgião. Ele precisa ter sensibilidade suficiente para conduzir o tratamento com grande respeito tanto pelo animal quanto por seus proprietários (esta conduta é que se diferencia o verdadeiro médico veterinário do mero técnico veterinário).


Cabe ainda ao médico veterinário , a função de orientar seus clientes na resolução de problemas , principalmente quando o assunto é a morte do animal de estimação. A resposta de uma criança frente a morte de seu animal de estimação depende basicamente de 4 fatores :

- O significado do animal para a criança
-  A idade da criança
- Se a morte do animal era previsível ou foi inesperada
- Como a morte é explicada à criança pelos pais



1-O significado do animal para a criança

Os animais de estimação significam muitas coisas para as crianças e todas elas são extremamente importantes. Citando apenas alguns exemplos simples, temos : No caso de bebês, os animais de estimação proporcionam companhia e segurança em situações novas, como o começar a engatinhar.

Para as crianças pequenas, servem como ponte de relações com outras crianças, pois os mascotes costumam atrair a atenção de outras crianças, rompendo o gelo das comunicações. A medida em que as crianças crescem, percebem que nem sempre contam com a aprovação dos pais.

O mascote, pelo contrário, se mantém firmemente como um amigo que jamais julga. Quando se tornam adolescentes, e começam os conflitos familiares, origina-se o desejo mútuo de separar-se e ao mesmo tempo unir-se.

O mascote facilita o passo dos adolescentes proporcionando segurança e consistência, oferecendo a eles a possibilidade de abraçar alguém sem ser considerado infantil. Quando os laços entre as crianças e seus mascotes são rompidos, elas experimentam uma profunda dor emocional. Este é um momento crucial no desenvolvimento da criança e de todo ser humano : aprender a viver com a perda de uma relação significante.

É importante ter conhecimento sobre os diversos níveis em que a morte é compreendida pela criança. Existem etapas definidas de consciência da morte que geralmente corresponde a idade cronológica.



2- Idade da criança
(níveis de desenvolvimento da consciência da morte pela criança )

Do nascimento aos 5 anos de idade, a maior parte das crianças tem dificuldade para compreender a morte. A morte não é considerada um estado permanente e sim temporário. Se suas necessidades primárias forem adequadamente supridas, a morte do mascote provocará pouca alteração em suas vidas.

Cabe aqui lembrar que a expressão "pôr para dormir ", frequentemente usada como referência a eutanásia, pode produzir compreensão errada e medo nas crianças, que igualam a morte ao sono. O veterinário deve orientar os pais a usar expressões como "ajudar a morrer" , "facilitar sua morte" , que produzem alívio e são mais claras para as crianças.

As crianças entre 5 e 9 anos já compreendem que a morte é final e irreversível. Aqui a criança toma consciência de que a mortalidade existe para todos os seres vivos, incluindo seus entes queridos e elas próprias.



3- Morte previsível ou inesperada

Se a morte do animal de estimação é previsível , devido a idade avançada ou a uma doença incurável, ela deve ser abertamente discutida em família. As crianças muito novas, por não compreenderem o que a morte realmente significa, se sentirão alarmadas se a morte eminente de seu mascote for rodeada por cochichos sigilosos.

Se a morte é o resultado de uma enfermidade crônica, a criança deve ser advertida e preparada para a separação. No caso de crianças muito pequenas, é mais importante proporcionar-lhes apoio emocional do que qualquer explicação detalhada.

É importante diferenciar o tipo de doença de que o mascote padece, das doenças normais que eventualmente acometem as crianças e seus parentes. Se esta diferença não ficar clara, as crianças muito pequenas podem se assustar com seus próprios mal-estares e de seus entes queridos.

Elas precisam estar seguras de que mesmo perdendo seus mascotes, seus pais continuarão a seu lado. Se a morte precisar ser por eutanásia, as crianças suficientemente maduras devem participar da tomada de decisão.

Isto é particularmente importante no caso dos adolescentes, que costumam sentir que suas vidas estão fora de controle. Se o adolescente estiver o suficiente maduro e desejar acompanhar a eutanásia, deve ser permitido, desde que sua presença não interfira no procedimento médico. Isto permite um adeus final, previne fantasias acerca da situação e mostra ao adolescente, que a morte pode ser tranquila e reconfortante.

Se uma criança pequena presencia a morte de seu mascote em um acidente, por exemplo, as imagens desagradáveis ou mórbidas devem ser evitadas, mas por outro lado, a criança deve ser estimulada a falar sobre o assunto. As explicações sobre o porquê e como ocorreu o acidente devem ser dadas em uma linguagem clara e simples.



4- Explicações

Como a morte é explicada à criança Algumas vezes, com a intenção de polpar a criança, os pais acabam criando traumas psicológicos inadivertidos. Se é dito a uma criança que seu animal de estimação fugiu, em lugar de dizer que morreu, ela se sentirá insegura e abandonada.

Dizer que o animal foi morar com outra família, pode ter as mesmas consequências. As explicações religiosas, tais como, o mascote foi para o céu, porque Deus leva as criaturas boas para o paraíso, podem provocar a revolta contra Deus e mal comportamento, porque a criança não quer ser tirada do seio familiar por ser boazinha. Os pais muitas vezes para evitar a dor de seus filhos, pedem ao veterinário que minta sobre o estado real do animal.

O veterinário deve manter-se firme e aconselhar os pais a dizerem a verdade. É necessário que os pais compreendam que ensinar a suportar a dor da perda é uma importante lição de vida para a criança. Além do que, quando surgir a verdade, a criança sofrerá com a perda do mascote e a perda de confiança em seus pais.

As crianças devem ser estimuladas a compartilhar todos os seus sentimentos. Nunca deve ser dito às crianças que "elas são muito grandes para chorar " e, seus sentimentos não devem ser deixados de lado.

Os pais devem estar preparados para responder as mesmas perguntas diversas vezes, pois isto mostra que a criança está tentando entender a perda. Os adultos devem compartilhar seus sentimentos com as crianças.

O ocultamento de seu sofrimento não protege as crianças, pelo contrário, confunde e assusta , pois elas percebem que o adulto está imerso em fortes emoções ao mesmo tempo que as nega.

O adulto deve mostrar às crianças que não há nada de errado em expressar e suportar sentimentos dolorosos até que eles se extinguam. Ajudando a criança a superar a dor da perda

A maioria dos pais tende a substituir rapidamente o animal de estimação por outro, com a intenção de suavizar a dor normal da criança. Uma substituição demasiadamente rápida, pode inibir um sentimento sadio e fazer com que a criança recuse o novo mascote, para evitar o que para ela seria uma traição ao anterior. Também pode criar a falsa idéia de que tudo pode ser facilmente substituido, incluindo ela mesma.

Não há regras para saber o momento ideal para dar um novo animal de estimação para a criança, porém o veterinário deve aconselhar os pais a observar o seguinte:

A criança consegue falar sobre o mascote perdido sem experimentar grande dor?
A criança pode falar em ter um novo mascote sem se sentir desleal com o anterior ?
A criança quer ter a mesma espécie de mascote ?
Quer que seja da mesma raça do anterior ?
Gostaria de dar outro nome ?

O veterinário pode sugerir uma variedade de actividades familiares que poderão ajudar a amenizar a dor da criança e até prepará-la para receber um novo animal de estimação. As famílias podem ver juntas fotografias do mascote perdido. Devem conversar sobre o que gostavam e não gostavam no animal. As crianças com menor comunicação verbal podem escrever estórias e fazer desenhos. Os pais podem criar um local em memória ao mascote, incorporando sugestões das crianças.

Quando recebem afecto e apoio emocional adequado, as crianças são capazes de suportar a morte de um animal de estimação com pouco ou nenhum trauma.
Se, no entanto, os sentimentos das crianças forem negligenciados pela família, elas poderão sofrer reações extremas ante a perda do mascote, que poderão se manifestar da seguinte forma :
Não querer ficar longe dos pais;
Aumento do nervosismo e perda da autoconfiança;
Pesadelos constantes;
Acidentes em crianças com bons hábitos de higiene;
Em adolescentes aparecem mal estares frequentes, como dores de cabeça e estômago;
Problemas de comportamento e baixo rendimento escolar;
Incapacidade de concentração e aprendizado;
Nestes casos é muitas vezes necessária a orientação de um psicólogo.

Portanto, aos pais cabe o papel de servirem como modelo para seus filhos, por isto, todas as suas atitudes e decisões são muito importantes e afectam directamente as crianças. Vale lembrar que a forma como um adulto trata um animal, fala com um animal, como manuseia um animal, é tida como modelo para as crianças.

Por este motivo, a decisão de possuir ou não um animal de estimação em casa é uma decisão tão importante, que jamais deve ser tomada por um impulso. É um assunto que deve ser discutido em família, avaliando-se todos os prós e contras. É preciso ter em mente, que quando levamos um animal de estimação para casa, estamos nos tornando responsáveis por sua vida e que um animal de estimação é um ser vivo que não pode ser simplesmente descartado quando não nos serve mais.

A ligação emocional entre uma criança e seu mascote é muito maior do que nos parece, e isto transforma a responsabilidade de um adulto pela aquisição de um animal muito mais séria do que ele é capaz de imaginar.

Dra. Marília Russi de Carvalho
Médica Veterinária CRMV-SP 3652
zoofarma@uol.com.br
Este artigo foi baseado no trabalho
da Dra. Carole E. Fudin, PhD Pet / People Problems Nova York /USA
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« Responder #146 em: Janeiro 23, 2009, 18:10:51 »



Contato com cães, libera hormônio ligado ao amor .. 

Adoptar um cão como animal de estimação é semelhante a ter filhos, afirmam cientistas. As experiências emocionais vividas pela companhia dos cães são equivalentes às da paternidade, segundo aponta uma pesquisa publicada na última edição da revista Hormones and Behaviour. As informações são do jornal britânico Telegraph.

Os pesquisadores descobriram que quando donos de cães brincam com os animais, libertam um hormônio ligado à sensação existente no cuidado infantil. Chamado de oxitocina, o hormônio está associado ao sentimento de amor, amizade e paixão, atenuando o stresse e a depressão.

A descoberta foi feita por estudiosos da Universidade de Azuba, no Japão, que recrutaram 55 pessoas. Os voluntários tiveram os níveis de oxitocina da urina analisados 30 minutos após brincarem com seus animais de estimação.

Os cientistas também verificaram a influência do contato visual dos proprietários de cães na liberação do hormônio. Nos testes, metade dos voluntários permaneceu cerca de 20 minutos sem poder olhar directamente para seus pets.  Em seguida, eles puderam olhar nos olhos dos seus animais.

Após o experimento, os cientistas constataram que o nível de oxitocina dos voluntários havia aumentado em cerca de 20%, apenas dois minutos e meio após voltarem a ter contato visual com seus animais.

Com base na avaliação, Takefumi Kikusui - que realizou a pesquisa em parceria com o biólogo Miho Nagasawa -, disse que um aumento no nível do hormônio poderia explicar porque brincar com cães pode melhorar o humor e até mesmo atenuar os sintomas de ansiedade e depressão.

Acredita-se que a oxitocina pode ter desempenhado um papel fundamental na domesticação de cães e lobos, cerca de 15 mil anos atrás. “A razão que me fez fazer essa investigação, é porque eu sou um grande amante de cães e senti que algo muda no meu corpo quando eu estou em contato com meu cão”, afirmou Kikusui.

“Talvez durante o processo evolutivo, seres humanos e cães tenham vivido juntos para compartilhar experiências sociais, tais como o contato visual e gestual. É por isso que cães podem adaptar-se à sociedade humana”, complementou o cientista.

Um estudo anterior descobriu que os seres humanos aumentam os níveis de oxitocina, ao olharem para fotografias de pessoas queridas com mais freqüência.


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« Responder #147 em: Janeiro 27, 2009, 14:26:00 »



Cão motiva quem tem preguiça de treinar

Animal incentiva a melhora do condicionamento fisico e o gasto de calorias.

Quem gosta de cão,  tem um motivo extra para ter um deles em casa. Os passeios com o animal são uma desculpa perfeita para manter a boa forma. “Um animal bem treinado é óptima companhia para caminhadas diárias”.

O treinamento é indicado tanto para evitar acidentes quanto para que seu amigo permaneça concentrado durante a actividade (se ele parar a cada árvore ou poste, por exemplo, você terá dificuldade para pegar o ritmo do exercício).

No início de um programa de treino, ter um animal para passear até ajuda na melhoria do desempenho. Isso porque você vai acabar praticando sua actividade duas vezes por dia: numa delas com foco no desempenho e, na outra, transformando o passeio numa maneira de queimar mais algumas calorias.

Mas não é aconselhável correr com o cão, isso porque, caso o animal se distraia, pode acabar acontecendo algum acidente ou uma lesão mais séria no seu corpo. Também é preciso ter atenção com a coleira, que precisa ser leve para não provocar dores ou cãibras nos braços. Você também precisa ajustá-la num tamanho que não prejudique os movimentos dos braços, evitando forçar demais os ombros e os punhos.

Um cuidado necessário, antes de percorrer quilômetros com seu cão, é descobrir o nível de esforço que ele suporta. Raças com patas mais curtas, como os dachshunds, têm dificuldades. Dálmatas, galgos e os vira-latas tendem a ser parceiros de fôlego e disposição invejáveis.

“Uma idéia, é passear com o cão para a fase de aquecimento. Depois, durante a corrida, você deixa o animal em casa ou preso em algum lugar fora de perigo”. Nas pausas, lembre-se da hidratação sua e do cão, principalmente nos dias mais quentes.

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« Responder #148 em: Janeiro 30, 2009, 15:08:09 »


Cães com pedigree estão ficando tolos

Se você é daquelas que adora passear com um cão todo enfeitado no colo e o trata quase como um bebê, não se ofenda. Mas uma pesquisa divulgada pelo Telegraph, nesta segunda-feira, aponta que os cães com pedigree estão ficando cada vez menos inteligentes.

A lógica do estudo aponta que a selecção natural estaria focada no perfil dos actuais donos de animais: eles buscariam cães mais dóceis e bonitos, deixando de lado os mais espertos - e feios. Um exemplo das mudanças, é que no século XIX, ao contrário, os cães seriam escolhidos por sua força física e habilidades - como guarda de casas e em ajudar na caça de animais.

Segundo o Telegraph, cientistas suíços teriam evidências fortes que a selecção dos animais por sua aparência causou um declínio na inteligência dos cães. “As técnicas modernas de procriação estão afectando o comportamento e a habilidade mental dos cães de raça, assim como suas qualidades físicas”, teria dito ao jornal, Kenth Svar, um etólogo da Universidade Stockholm, da Suécia.

Os chamados “cães de colo”, como os chiuahuas e os papillons (usados mais como acessórios fashion) seriam o reflexo das novas necessidades de seus donos. A escolha do animal seria feita, então, pelo pêlo mais macio, e não pelo faro mais apurado ou pela agilidade. Celebridades como Paris Hilton e Britney Spears, por exemplo, são freqüentemente fotografados com seus pequeninos animais.

A pesquisa, encabeçada por Kenth Svartberg, teria testado características como sociabilidade e curiosidade em 13 mil cães. O resultado teria provado que raças com aparência mais atractiva são freqüentemente combinadas a uma personalidade introvertida e apática.



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« Responder #149 em: Fevereiro 06, 2009, 13:57:09 »

Levar um “beijo” de seu cão não faz mal                 


Estudo demonstra que levar uma lambida de cão ou dividir a cama com ele, não oferece tanto risco à saúde como se pensa.

Uma pesquisa realizada pela veterinária Kate Stenske, da Kansas State University, mostrou que o contato próximo entre cães e os seus donos não traz riscos para a saúde humana. Segundo a pesquisadora, dormir ao lado de um cão de estimação ou levar uma lambida no rosto não causa doenças.

O estudo de Kate, que será publicado na próxima edição do American Journal of Veterinary Research, analisou os riscos relacionados à bactéria Escherichia coli, causadora de problemas comuns como infecções intestinais. Para isso, a veterinária colectou amostras de fezes de cães e de seus proprietários.

A pesquisa demonstrou que, na maioria dos casos, o micro-organismo encontrado nos seres humanos é mais resistente - e, por isso, mais perigoso à saúde - do que o encontrado entre os cães.

Em 10% dos casos, cães e seus proprietários compartilhavam o mesmo tipo da bactéria E. coli. Isso quer dizer que, na maior parte das vezes, os humanos são mais perigosos para os cães - ao transmitir uma bactéria mais resistente - do que o contrário. Apesar disso, Kate recomenda sempre ter bom senso na prática da higiene pessoal: é fundamental lavar bem as mãos antes de preparar alguma refeição ou de brincar com seu cão, por exemplo.

A veterinária afirma ainda que o interesse pelo tema nasceu em função da relação quase paternal que os donos desenvolvem com seus cães de estimação. “Há estudos que mostram que 84% das pessoas dizem, o cão é como um filho para eles”, diz. Para Kate, a conclusão de seu estudo traz vantagens físicas e psicológicas para cães e proprietários, uma vez que libera os carinhos entre eles.

O próximo passo, segundo Kate, é analisar a relação da E. coli em gatos e seus proprietários. Segundo a veterinária, o estudo pode trazer novidades sobre o tema, já que a relação entre felinos e humanos é diferente da nossa relação com os cães.

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« Responder #150 em: Fevereiro 19, 2009, 13:16:34 »



Mal causado pelo cigarro a animais domésticos sensibiliza fumantes

Pessoas que se recusam a parar de fumar, mesmo conscientes dos malefícios do cigarro, podem largar o vício ao descobrir que a fumaça também faz mal a seu animal de estimação, afirma um estudo americano, que será publicado na terça-feira.

Pesquisadores americanos entrevistaram 3.293 donos de cães, gatos ou pássaros em uma área da cidade de Michigan, através de um questionário na internet sobre o comportamento dos fumantes.

Entre os entrevistados, 21% declararam ser fumantes regurales, consumindo uma média de 13 cigarros e meio por dia - cerca de metade deles dentro de casa. Outros 27% informaram conviver em casa com pelo menos um fumante.

Aproximadamente um em cada três fumantes - 28,4% - afirmou que, se soubesse que o fumo passivo faz mal a seus animais de estimação, largaria o vício.

Entre os não-fumantes que vivem com fumantes, por outro lado, apenas 16,4% disseram que pediriam ao parceiro para parar de fumar se descobrissem que o animal de estimação da casa está sendo prejudicado.

O estudo menciona fortes indícios de que o fumo passivo faz tanto mal à saúde dos animais domésticos quanto aos seres humanos, e que poucas pessoas sabem disso.

“Campanhas educativas informando donos de animais sobre os riscos da exposição (ao fumo passivo) para eles poderia motivar alguns a parar de fumar”, estimam os autores da pesquisa.

O estudo, que será publicado no jornal britânico Tobacco Control, foi realizado por Sharon Milberger, do Henry Ford Health System de Detroit, Michigan.

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« Responder #151 em: Março 31, 2009, 19:04:02 »


Signo do seu pet




Aprender a lidar com nossos animais de estimação e entender o comportamento deles não é uma tarefa lá muito fácil. Eles podem ser inquietos, tranquilos ou carinhosos. O facto é que cada bichinho age de uma maneira e esse temperamento tem ligação com sua data de nascimento. Isso mesmo! A Astrologia também influencia os animais. Descubra o signo do seu animal de estimação, aprenda a entendê-lo e saiba suas necessidades.


Carneiro/Áries (21 de março a 20 de abril)

O que não falta para os bichinhos arianos é energia. Eles são incansáveis e adoram brincar o tempo todo. Também são carinhosos, temperamentais e precisam chamar atenção, apesar de ficarem envergonhados se os donos brigarem com eles. A grande dificuldade em lidar com esses pets é fazer com que eles lhe obedeçam.

Touro (21 de abril a 20 de maio)

Os pets de Touro são quietos e passivos. Pode-se dizer que são fáceis de treinar, mas também, que não desistem de uma briga se forem provocados. No momento em que conhecem uma nova pessoa ou um novo animal são cautelosos, mas quando ganham confiança, revelam-se grandes amigos e seguidores. Adoram dormir, comer e não são muito brincalhões. Por serem possessivos, defendem a comida e os brinquedos a todo custo.

Gêmeos (21 de maio a 20 de junho)

Os mais amigáveis e curiosos que existem! Os pets geminianos são rápidos e podem ser bem treinados. Eles fazem muito barulho e não suportam ficar sozinhos. Um cuidado que se deve ter com os bichinhos desse signo é com as portas, que devem estar sempre fechadas. Qualquer descuido, o animal pode fugir, pois eles adoram investigar novos lugares.

Câncer/Caranguejo (21 de junho a 22 de julho)

Os bichinhos de Câncer são sensíveis e não gostam de ficar sozinhos. Nada de criá-los em ambientes barulhentos e educá-los com gritos. Eles precisam de um ambiente tranqüilo e de receber muito carinho. Confiam muito em seu dono e não gostam de compartilhar o lar, a atenção e os brinquedos com outro animal.

Leão (23 de julho a 22 de agosto)

Eles adoram passear e se sentem os donos da casa. Os pets leoninos são tão folgados, que perturbam os donos para que façam o que eles querem. Gostam de se sentir líderes, por isso, cuidado para não ser dominado por esses bichinhos. Por serem brincalhões, são ótimas companhias para as crianças.

Virgem (23 de agosto a 22 de setembro)

Parece que os bichinhos de Virgem conseguem saber quando o dono está feliz ou triste. São tímidos e gostam de ficar sozinhos, pois conseguem brincar com eles mesmos. Não se contentam com qualquer comida e não são de demonstrar afecto e nem sair abanando o rabo quando o dono chega em casa.

Balança/Libra (23 de setembro a 22 de outubro)

Os pets de Libra são calmos e dedicam carinho e atenção a todas as pessoas da casa. Raramente ele vai eleger um dono, como os animais costumam fazer. Gostam de lugares tranquilos e adoram comer bem. Por serem preguiçosos, é bom que os donos os estimulem a fazer exercícios.

Escorpião (23 de outubro e 21 de novembro)

Lealdade é a melhor palavra para caracterizar os pets escorpianos. Se esses bichinhos forem criados com bondade, terão um ótimo temperamento. Mas, se viverem em um ambiente conturbado e com maus tratos, serão bravos. Eles adoram intimidar as pessoas e reagem de maneira feroz se forem confrontados.

Sagitário (22 de novembro a 21 de dezembro)

Sempre divertidos, os bichinhos de Sagitário adoram agradar os donos. Não gostam de viver presos! Já que precisam de liberdade, o ideal é mantê-lo em um espaço amplo ou levá-lo sempre para passear. São amorosos, de fácil aprendizado e têm muita energia.

Capricórnio (22 de dezembro a 20 de janeiro)

Os pets capricornianos serão eternos filhotes. São brincalhões, bem-humorados e gostam que tudo seja feito da maneira deles. Na hora de educá-los é preciso ter paciência, já que seu aprendizado é um pouco lento.

Aquário (21 de janeiro a 19 de fevereiro)

Os bichinhos de Aquário são engraçados, gentis e adoram fazer barulho. Como não gostam de obedecer a ordens, treiná-los sempre é uma tarefa difícil. Não são muito carinhosos e preferem uma vida independente. A curiosidade desses pets é tão grande, que vivem colocando o focinho em todos os lugares.

Peixes (20 de fevereiro a 20 de março)

Gentis, amorosos e pacíficos, os pets de Peixes estarão sempre ao lado do dono quando este estiver triste. Eles são muito sensíveis e sabem perceber se a pessoa está triste ou zangada. Por isso, é importante saber passar as emoções certas para esses bichinhos para que eles não fiquem deprimidos.
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« Responder #152 em: Abril 21, 2009, 19:46:39 »


“O cancro é uma doença que está se tornando cada vez mais comum nos dias de hoje. O cancro (ou neoplasia) se caracteriza pelo crescimento desordenado de determinadas células do organismo, que pode comprometer o bom funcionamento dos órgãos acometidos e até levar a morte.

O fato de um animalzinho ser diagnosticado com cancro não significa, necessariamente, que morrerá rapidamente ou que deverá ser sacrificado. Muito pode ser feito visando oferecer qualidade de vida e bem estar para esses pacientes de quatro patas.

Estão disponíveis na medicina veterinária tratamentos convencionais com quimioterapia, radioterapia e cirurgia. Esses procedimentos proporcionam resultado rápido e, muitas vezes, dramático, podendo não garantir a qualidade de vida dos animais, devido ao desconforto causado pelos efeitos colaterais.

A medicina veterinária natural pode actuar de forma principal ou complementar nos casos de cancror, proporcionando a redução de tumores, o aumento da expectativa de vida após o diagnóstico ou, simplesmente, mantendo a qualidade de vida do paciente durante o tempo que lhe resta ao nosso lado. Podem ser usados medicamentos homeopáticos, acupuntura, florais de Bach e suplementos alimentares.

De qualquer forma, optando-se pelo tratamento convencional ou natural, algumas sugestões para o cão ou gato com cancro incluem alimentação o mais natural possível (existem recomendações específicas de acordo com o tipo de tumor, mas deve-se evitar o uso exclusivo de rações comerciais), usar água potável para beber (evitar água de torneira) e evitar vacinações para preservar o sistema imunológico do animalzinho.”

fonte: Clínica Veterinária Naturalvet

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Ari Paim
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« Responder #153 em: Agosto 19, 2009, 20:41:48 »



Parece que em Agosto o assunto, ou tema sobre cães aumenta consideravelmente. Não sabemos explicar muito bem, mas quase todo mundo sabe “quase que naturalmente” que Agosto é o mês do cachorro louco. O que faz com que este mes seja diferenciado?

A explicação vem mais uma vez da mãe natureza. É nesta época do ano que devido as condições climáticas, acontece um aumento na ocorrência de cio nas cadelas. O aumento da luminosidade afecta positivamente, digamos assim, e “activa” sexualmente as fêmeas dos mamíferos. Bom, a partir daí fica mais fácil entender…

Mais fêmeas no cio significa maior número de pretendentes prontos pra disputar o coração de sua escolhida. No caso dos cães, esta disputa chega realmente ao contato físico e não raramente as mordidas acontecem entre os machos. Com esse cenário de “guerra” entre vários cães, a contaminação e disseminação da raiva (entre outras infecções…) aumenta consideravelmente. Pronto. Agosto ficou então com este título de ser o mês do Cachorro Louco.

Nunca é demais lembrar, vacinar é a única maneira de garantir que nossos amigos estarão protegidos contra o vírus da ravia. Seja nas campanhas, seja em sua clínica de confiança…Vacine seu mascote anualmente.

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« Responder #154 em: Agosto 27, 2009, 06:41:53 »


Pesquisa afirma que cães sabem contar e enganar os homens



Uma pesquisa afirma que alguns cães têm a capacidade de contar até cinco, entendem mais de 150 palavras e inclusive tentam enganar os homens para conseguir uma vantagem.

Estas são as conclusões do psicólogo e especialista em investigação canina Stanley Coren, da Universidade British Columbia, que participa do congresso anual da Associação Psicológica Americana para falar de “como os cães pensam”.

Coren, autor de livros sobre cães e seu comportamento, revisou vários estudos para concluir que o melhor amigo do homem tem capacidade de resolver problemas complexos e é mais parecido com os humanos e outros grandes primatas do que se pensava.

Ele explicou que, segundo diversas medidas de comportamento, “as capacidades mentais do cão estão próximas às de uma criança de dois a dois anos e meio”.

Segundo o especialista, a inteligência varia conforme o tipo de cão e a raça determina algumas das diferenças entre animais.

Coren disse que há três tipos de inteligência canina: instintiva; adaptativa (a capacidade de aprender do entorno para resolver problemas) e de trabalho e obediência (o equivalente à “aprendizagem escolar”).

Dados de 208 cães dos Estados Unidos e Canadá mostraram que na “inteligência de trabalho e obediência” o Border Collie é “o número um”, seguido do Poodle e em terceiro pelo Pastor alemão.

A lista dos cães mais espertos se completa com o Golden Retriever; o Doberman; o Pastor de Shetland e o Labrador, segundo a classificação de Coren.

O especialista afirmou que um cão normal pode aprender 165 palavras, incluindo sinais, e os mais “inteligentes”, 250.

Os cães também conhecem números, e podem “contar” até quatro ou cinco, e só têm uma “compreensão básica” da aritmética, embora sejam capazes de detectar erros como 1+1=1 ou 1+1=3.

Durante o jogo, os cães são capazes de tentar enganar, de maneira deliberada, tanto outros cães como os humanos para conseguir uma recompensa e, segundo Coren, “têm quase tanto êxito enganando humanos como os humanos enganando cachorros”.

in blog pets

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« Responder #155 em: Agosto 30, 2009, 19:50:05 »


Saliva da carraça pode ajudar a curar cancros


Investigadores brasileiros descobriram que a saliva da carraça contém uma proteína que destrói as células cancerosas mas é inofensiva para as células sãs.


A carraça, um conhecido parasita hematófago transmissor de doenças infecciosas, pode ajudar a curar cancros da pele, fígado e pâncreas através de uma proteína da sua saliva, segundo afirmam investigadores brasileiros.

Ao estudarem um exemplar sul-americano desse aracnídeo que se alimenta do sangue de vertebrados (Amblyomma cajennense), os investigadores descobriram que essa proteína destrói as células cancerosas mas é inofensiva para as células sãs.

"É uma descoberta importante", disse à AFP a responsável pelo estudo, Ana Marisa Chudzinski-Tavassi, investigadora de biologia molecular no Instituto Butantan de São Paulo.

A cientista descobriu a proteína (Factor X activo) por acaso, ao testar as propriedades anticoagulantes da saliva da carraça que lhe permitem manter fluido o sangue dos animais e seres humanos de que se alimenta.

A proteína tem características comuns às de um anticoagulante já conhecido, o TFPI, ou inibidor de tipo Kunitz, que actua também sobre o crescimento das células.

Os resultados dos testes entretanto realizados em ratinhos para verificar se a proteína produzia efeitos sobre as células cancerosas excederam todas as expectativas dos investigadores. "Para nossa grande surpresa, não matou as células sãs, que também foram testadas", afirma a investigadora. "Mas matou as células cancerosas que foram analisadas", realça.

"Se um pequeno tumor de um animal for tratado diariamente durante duas semanas, não só não se desenvolve como diminui. Se for tratado durante 42 dias, desaparece completamente", explica Ana Marisa Chudzinski-Tavassi.

Para produzir um medicamento serão precisos ainda anos de testes clínicos e grandes investimentos, duas coisas que o Brasil não pode garantir actualmente. "Fazer uma descoberta é uma coisa. Transformá-la em medicamento é outra coisa completamente diferente", sublinha a cientista, que já apresentou um pedido de patente para a proteína da carraça e percorre o mundo a falar da descoberta, que resultou de um trabalho de seis anos.

Esta investigação, ainda não publicada, foi um dos destaques no 22.º Congresso Internacional da Sociedade de Trombose e Hemostasia, realizado em Boston (EUA), em Julho.

in "o expresso"

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« Responder #156 em: Agosto 30, 2009, 20:42:02 »

Hummmmmm  smile
As coisas interessantes que descobrem no brazil... excited

Já viram como a carraça se parece com o caranguejo? Neste caso com o simbolo do proprio cancro? dunce

Para alguns que fogem a 7 patas do mesmo pequenino... há quem os apanhe para descobrir curas inimaginaveis... e depois esse problema simplesmente  ty ty ty ty

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Miguel Drummond
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« Responder #157 em: Setembro 14, 2009, 07:11:50 »

Fumaça de cigarro afecta saúde dos animais de estimação . .






Conviver com quem fuma pode trazer sérias consequências aos não fumantes. Mas não somos os únicos a sofrer como fumantes passivos. Pesquisas comprovam que os animais de estimação que convivem com quem fuma também podem desenvolver doenças respiratórias e pulmonares. Muitas vezes essas doenças podem levar o animal à morte sem ao menos serem diagnosticadas.

“As doenças respiratórias e pulmonares não têm sintomas aparentes de imediato, e muitas vezes são detectadas apenas quando já estão em estado avançado”, alerta o veterinário Carlo Grieco, diretor do Centro de Medicina Veterinária Diagnóstica Provet.

Grieco garante que a única maneira de detectar a doença em seu estágio inicial, quando os tratamentos são mais eficazes, é por meio de exames detalhados.

“Animais que ficam muito próximos a seus donos fumantes, principalmente os de pequeno porte, precisam passar por check ups anuais que detectam esse tipo de problema e possibilitam o tratamento precoce”, explica Grieco.

O veterinário explica que com uma radiografia digital de tórax, por exemplo, é possível ver com clareza os pulmões do bicho. O exame oferecido pelo Provet permite identificar corpos estranhos, alterações e líquidos na cavidade pulmonar.

Um dos efeitos da fumo nos animais de estimação é a antracose, uma lesão pulmonar formada a partir de poluentes do cigarro, que pode virar cancro pulmonar. Outra enfermidade grave causada pelo cigarro é o linfoma felino, doença considerada a sida dos gatos, que acaba com as defesas naturais dos bichinhos, podendo levá-los à morte.


in petrede, by alex domingues
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« Responder #158 em: Outubro 20, 2009, 17:19:04 »


Você se preocupa com a saúde bucal do seu pet?

A saúde bucal de cães e gatos é uma das áreas do cuidado animal mais negligenciada pelos donos. Cerca de dois terços dos norte-americanos não zelam pelos dentes dos pets conforme as orientações dos veterinários. De acordo com a American Veterinary Dental Society, 80% dos cachorros e 70% dos gatos mostram sinais de doenças bucais a partir dos três anos de idade.



“A doença periodontal é provocada pelo acúmulo de placa bacteriana e não afecta somente a boca do pet. Assim como no homem, a falta de higiene bucal apropriada pode comprometer também o coração, os pulmões, os rins e as articulações, encurtando a vida do animal”, diz o doutor Juan Deleón, cirurgião veterinário.

De acordo com o veterinário, o mau hálito é um dos alertas mais fáceis de ser percebido. “A halitose é produzida pelos gases liberados pelas bactérias. Ou seja, quando o pet apresenta um hálito de peixe morto ou carne putrefata é sinal de que a placa bacteriana está evoluindo negativamente para a formação de tártaro. Essa condição é muito desconfortável para o animal e só com ajuda de veterinários especializados em saúde bucal poderá ser removida”.

Juan Deleón aconselha aos donos de pets a escovar os dentes do animal diariamente desde filhotes para evitar a doença periodontal. “Animais adultos oferecem maior resistência à escovação, exigindo uma dose extra de paciência e dedicação dos seus donos.

O ideal é começar fazendo a limpeza com uma gaze umedecida ou um dedal especial para a higiene bucal. Depois que o animal se acostumar com a ‘brincadeira’ é hora de passar a escovar os dentes com uma escova macia e creme dental de uso veterinário, sem esquecer-se de recompensar o animal pelo bom comportamento”.


in petrede

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« Responder #159 em: Novembro 11, 2009, 15:58:40 »


Prisão de ventre também afeta o seu pet




Há variadas razões para prisão de ventre em animais. Cães e gatos são capazes de engolir coisas que nem imaginamos: pedras, bolinhas de borracha, prendedores de roupas e até partes de brinquedos. Esses objectos, assim como as clássicas bolas de pelos (em gatos) e até certos tipos de medicamento, podem obstruir o intestino.

Existe ainda o risco de as fezes grudarem no ânus de um animal mais peludo, formando um “tampão” que impede futuras idas ao banheiro. Mas a principal vilã é a alimentação inadequada.

Um bichinho com dor ou cólica intestinal se comporta de maneira diferente, deixando claro que tem algo errado. Se ele tentar fazer cocô sem sucesso, sua suspeita estará confirmada.

Ofereça uma dieta equilibrada com fibras, proteínas, gorduras e carboidratos. É por isso que muitos optam pelas boas marcas de ração. Elas concentram tudo de que os peludos precisam, poupando você de passar horas no fogão.

Nos casos mais graves, a prisão de ventre mata, sim. Se um objecto perfura a parede do intestino, causa uma infecção no aparelho digestivo e mata o animal em pouco tempo.

Depende da qualidade do alimento – alguns animais fazem até quatro cocôs por dia. Quanto mais ruinzinha for a ração, mais eles terão de comer para se sentirem saciados e maior será o volume de fezes.

Às vezes, um simples laxante dá conta do recado. Outros casos necessitam de remédio anti-gases. Há situações, que sómente uma cirurgia resolve. Mel, papaya, aveia, azeite, óleo mineral, chá e outros alimentos que soltam o intestino de crianças também podem ser usados em cães e gatos. Mas conte sempre com a supervisão de um veterinário.


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